quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Dois Mil Doze



2012, passou com boas experiências sentidas debaixo da pele. Deixo escorrer as palavras, nenhuma contraversão. Deixo escorrer. Assumo a posição de espectador, o passivo - não tenho opções. Conhecer pessoas que podem dar um passo de três metros, foi um acontecimento. Elas existiam no meu mundo, mas usam saias; estas não, claro que não.

Não sabia que era verde, a cor que me faria ser vista, pois bem, não era a luz, era exatamente o canto da boca vermelha que publicou o reconhecimento, agora caiu sobre mim o que já era considerado essencial: a força da responsabilidade. Tudo é impactante e jamais remediável.

É um tempo que o som da idade na boca não é mais agradável, exigências ecoadas. Muita coisa faz sentido, cada querer intenso é medido por cada letrinha, são cinco letras: R-A-Z-Ã-O. 

Os cheiros podem ser sentidos, mas com os olhos imprecisos e boa discrição. Cada alma é recebida, bem cuidada, estimulada quando necessário, não beberei mais o caos de ninguém, darei esse espaço ocupado de maneira errônea pra competências que eu alcanço. Vou aumentar minhas instalações e claro, a renda.

Deixo espaço para paixões aqui:
        m.     
Q                   
                                                                           u  e F    u
                                                                                    l      t
                                                                                            u   

2013, desejo que a realidade venha ser mais bonita e mastigável. Que meus pensamentos não venham estar dispersos, que eu fique de pé, de preferência sempre em movimento, sem atrasos. Boas compras, prosas, passeios e pessoas: produtividade e bem estar. Foco, determinação e persistência: valor e futuro.

Ao amor que me falta, que busque o seu encontro e a mim, um reencontro.





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