terça-feira, 27 de novembro de 2012

Faz parte

Amei essa versão de Billy Jean de Michael Jackson

Mais uma vez, o meu coração não parou de bater. Não há fim. Apenas descobertas, medos extintos, manias que insistem em ficar. Os cantos aparecem de lá pra cá, sempre em atividade. Responsabilidades que fadigam mas que compensam e compilam o caráter. 

É necessário Deus.

Os amores que sinto, morro por todos eles. Homens e mulheres que cuido com zelo. Eles me matam na medida que conheço os inesquecíveis até esquecê-los ou ficarem escondidos. 

Ele volta com toda intrepidez. De cara limpa e sem movimentos bruscos, até o olhar revela o cheiro da alma nova. Marcada de sucesso nessa palidez de vida que os dias apresentam, está crescendo de maneira ordenada, típico de quem sabe administrar a vida curta que Deus nos deu. 

Todas elas sabem que fico, até de noitinha. Finalmente desse chão encontrei pessoas que compartilham e fazem meus dias melhores. Se eu tivesse todo dinheiro da nossa felicidade, não as perderia pra ninguém. Amigas e sócias. 

Até parece muralha, mas é só uma barreira gosmenta que fica me salvando de gente que não deve ficar perto mim. Antipatiquinha sim. Mas, minha. Gorda, descomplicada. Morena e desapegada. A mesma de sempre, um sempre que muda continuamente. 

E logo, fica eu pra contar história.  Já confesso: é preciso se encher de mim e me carregar aonde for. Não quero nada absurdo, aquilo que é simples demais já me devora. Faz parte contar, uma breve passagem. Faz de novo é novo. A primeira vez nem soube que era mesmo a única vez.


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