segunda-feira, 24 de setembro de 2012

De braços abertos meu pequeno eu fico

Aquele menino cresceu e nem vi. Ele parece tão feliz. Tão bem, tão cheio do que já tem, não tem mais espaço para mim. Lindinho. Estou orgulhosa. Cresceu e não precisa mais dos meu beijos salientes, dos mimos, dos abraços infinitos em que gritava borboletando, solto e sereno: Rebeca. Rebeca! Rindo das cócegas bem dadas. Tão genuíno. Meu queridinho. Me faz ri de novo.

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