segunda-feira, 2 de abril de 2012

Um amigo que se foi

1 de Abril de 2012.


Acidente.


Morte.


Uma vida parti, um largo abismo de realidade sólida e indiscutível, dores intransferíveis. Memórias. E já não há o que ser dito.


E a vida não para. Aquilo desce no peso de 300 kg numa altura de 11 km, como se fosse um saco de pregos enfiado na garganta e que fica por um tempo e a família... Não sei quanto deve durar as pontadas na alma, no âmago do pleno ser. Não imagino.

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