sábado, 31 de dezembro de 2011

E que venha 2012!





Espero que a leitura seja  mais apreciada, experimentada e degustada por quem ainda não sabe o sabor. Que comecem os: fetiches, as alegorias, os avanços, as beleza de ferro dos fatos escritos. O encanto nos rascunhos de quem não sabe mais o que inventar. 

Que hajam abalos de um pinball nas paredes do estômago carregado de letras efervescentes e aliviadoras nos corpos vazios, estranhos de nascença. A composição das palavras nas veias, no cantos desconhecidos, a desordem, o desafio da eloquência ao discurso pouco articulado, os dedos dançantes, desgovernados, os desconcertos de quem precisa sentir-se vivo. 

E que as máscaras sejam neutras, que os atos aprecem o ritmo da vida fantasiosa ou da melhor maneira de praticar atos perfeitos, detalhes capazes de enriquecer o ego de qualquer um. Leve caos, tom necessário e fim da bobagem não escrita.


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