segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Crise de existência



Experimento o que vida me proporcina, faço pouco dos finalmente e me esbaldo em detalhes imprecisos, corro risco sem correr, faço uso do pouco como se nada oferecesse o amanhã.

Não tenho vontade de cantar, nem mesmo de escrever... fico à toa pensando e pensando se deveria escrever: Tudo em mim é como as manhãs, sol daqui e nos outros dias do outro lado, uma chuva, ar fresco. Atípico. Para alguns estou apenas como quem faz parte da vida, normalidades afins, não é mesmo? E penso: Poderia eu, assim com esse meu jeito de fim de mundo, pertencente de mim mesmo, experimentar o anoitecer? Quem me tocará? A quem eu passaria a pertencer?

Não sou a melhor descoberta, mas, não sou o fim do mundo. E mais uma vez: Autocomiseração! Altruísmo! Estou apenas na sorte de ter o nome na lista. Contrariando o óbvio! Fugindo dos meus fracassos, transgressões, culpa, ilusão... Eu. E... que lista?

Começo a entender que complexo é tentar entender, aceito as ideologias.

É como René Descartes disse: Penso e logo existo!

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