quinta-feira, 30 de junho de 2011

Conversa de crente


Olha eu dando tchauzinho no show do Felipão




Nada me inundava para que eu me sentisse feliz.

Percebi que por mais que eu buscasse com os próprios braços, com disciplina, dedicação e positividade, não enchia esse espaço aqui dentro.

Pensei que o amor fosse suficiente, pensei que dinheiro fosse mega importante, sobre saúde, só me lembrava quando perdia o ar.

Aceitei Jesus como meu único Salvador, por mim mesmo e que todos vejam minha decisão de ser crente, pois quem saberá? Quem entenderá quem sou? É preciso falar, porque Deus diz que deve ser assim, de conhecimento de todos. O fato de nascer num lar cristão, não me torna crente. É preciso dizer que quer ser cristão.

É extremamente confortável está com a vida entregue a Deus, porque Ele é fiel e só exige que sejamos separados do mundo e amá-lo acima de tudo. Estar com Deus é estar na bênção, é ter o melhor que desejamos.

Tudo que eu anseio,  não são noites com desconhecidos, amigos falsos, bebedeiras (sem essa de moderação), junta tudo, marra e mais um exagero; no fim o único companheiro: um monte de nada, são como labaredas no corpo, que perturba até o último neurônio.

Uma hora ou outra a festa termina. E fica um nada na cabeça de novo, de novo e de novo. Tudo fica torpe, medíocre, insano, sem arranhos coloridos de lazer válido.

Essa é apenas uma das histórias que vi, vivi 67% dos 5 anos que matei.

Hoje, sou nova nova criatura.

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