sábado, 24 de julho de 2010

Nada de ruídos


Andar por um lugar e não saber voltar, circular em qualquer rodovia e da janela: Pessoas, prédios, árvores, etc. E nada te convida pra ficar pra sempre, exceto o ar frio, que oferece uma caneca de chocolate quente, algum cartaz ou outdoor lança uma deixa: Entre e leve o que quiser. Porém, não é meu lugar. O que eu quero, é só o silêncio. Nada de ruídos. E na frente: Finitas estradas, avenidas, vielas. Que ainda não conheço. O que não transparece curto. E com certeza terá mais. Não preciso de angústias, ou de pequenos poços d'água pra me lembrar que estou viva. E os outros, possuem caminhos, querer unir-me não é sincero. Não preciso. Eu ando só. E nem me sinto sozinho. O que vem chuvoso, não me deixa estar nua e é óbvio que não estou à vontade. Eu quero é sossego, só isso e mais nada.

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