quinta-feira, 10 de junho de 2010

Meu rumo no mês de junho

Chá estantâneo, sachê verde, pra dor de cabeça. Apenas outro começo da dos anos preferidos em minha época presente, outro marca de hoje, um jornal em preto e branco, mas esclarece o verde mesclado de terra e sangue.

Meus olhos estão intactos assim como o resto do corpo, por pouco virei do avesso depois de um comboio; algumas barras estremeceram o chão, perto do pé, que não desgrudava do chão, mas que deixou rocho.

Outra ferrovia, novo frio que nem precisa ser de longe; que com apreço estravazado, que não se limita dos cantos profundos. Um discreto e confuso coração, cheio de decência de homem-criança. Só o pulsar quase mentiroso de quem diz: Só sei respirar você; me cobrirá de um caminho que não escolhi.

Nenhum comentário:

Postar um comentário