domingo, 13 de junho de 2010

Aos anormais da noite, que só terminou as 2:00h!


Em algum momento deixou de ser igual, esse tão diferente, se dissipou; num remoto instante, Rebeca, foi sacudida, quando deixou correr nas veias, aquela vontade que tornava o desejo cada vez mais importante, a partir desse começo, Rebeca já não era mais só um corpo.


E foi como uma bomba sacudiu o desastre pra bem longe de mim.

Posso crê que faziam parte de mim, que me envolviam sem precisão, pois já tinha me lançado, desde aquele segundo que não deixei passar sem ações.

Eles estavam tão grandes, que ironicamente, tão pequenos que cabiam dentro do meu coração. Aquele poço que a gente enfia o amor, pra nunca mais sair.

Tanto discurso, e ali estava sendo esmaltado no corpo todo, posso ver do céu algo liberado exclusivamente pra nós, um elixir, que de tão puro, desciam feito massagem de toques suaves.

Parece forte, imenso; numa corrente sem pontos desligados, tudo iluminado, tudo no mais simples, óbvio; e existíamos.

Alguns como olhos de águia, outros como hienas, macacos desconfiados, gatinhos com mania de presença. Ainda vi um camelo comilão. Mentira, eu não vi, eu era aquele camelo.

Naquele espaço, de fogos e som e cerveja à vontade, o que mais me incomodava: Um bêbado imitando Roberto Carlos e aquele homem grávido me encarando. De resto nada foi mais além, tudo estava na mais perfeita ordem.

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