domingo, 30 de maio de 2010

Minhas bonecas

Vou dizer o quê? Se eu quero te ver. E os Kiss vão para o vento!?


Quer sair e dizer o que não disse ainda? Diga, se mexa, rebole o bundalêlê, me provoque, me assuste! Me faça morrer de rir, com seu jeito assanhado, desengonçado e escrevente que é.


Hum... Você está no radar, quer sumir? Não sou muito, mas o meu pouco é um exagero existente. Ei! Se souber que tem alguém que tem fome de gente, de Pindamonhangaba, que quer mãozinhas e todo o resto recebe e agradece. Eu acho que você ia gostar.


Olha lá? As crianças crescem e sabem brincar. Não dê confiança; aviso!


Elas são malucas e não sabem manusear o que sentem. Não olhe!


Elas vão te hipnotizar, você quer?


Eita! Elas puxam o cabelo da outra quando tão gostando.


Procura no Google e deixa o telefone e não fique pasmo se estiver careca.


Minhas bonecas contam histórias, elas não sabem se comportar. Viciados em outras histórias sem fim definido.


Elas não dizem o que queriam dizer, nem são sinceras de verdade, elas tão me provocando, querem que eu mostre outro eu; faço-me sumir e quero te levar! Rebeca-Rebeca!


Estou olhando.

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