terça-feira, 25 de maio de 2010

Eles são perfeitos

Se surgirem dúvidas; me disseram que há momentos que merecem replay, não preciso de outras ruas, não é estar fechado e aberto pra outra possibilidade, não é correr e fugir, não é nadar e mergulhar, não é jogar e atacar tem mais, tem mais, muito mais além.

Muita coisa eu preciso, preciso de jogos, de jogadores interessantes, homens e mulheres maiores, inconvenientemente nasceram de um buraco negro, que devora o sol, as constelações, mundos. Eles sabem do meu jogo, eles são perfeitos.

Não sinto falta deles, pois eles estão presentes. Não tenho medos junto deles.

Eles ou elas, eles e elas milimetricamente desenhados, seus corpos, suas mentes, tão bons que parece exagero.

Eu amo essa matemática que saiu de dentro, rasgando tudo. Não penso em nada genial, só na anatomia de perfeito escuso. Ah! Eu não falo muito, é essa essência que resolve atuar quando quer.

Não vou sair, não vou olhar, eu tenho nas mãos o que acho que tenho em algum lugar de não sei que existe.

Eles me dizem: Jogue!

Elas me dizem: Ataque!

Eles e elas: Ganhe ou ganhe!

Mas não sei, eles tem muito de mim, conseguem ler meu olhar e nem manifesto qualquer expressão, sim... Eles são perfeitos, não há como negar, os sente dentro de mim?

Eles me perturbam a noite me persegue nas esquinas, eles jogam pedras nas minhas costas quando estou parada, inconvenientemente nasceram de um buraco negro estão me comendo, comendo minhas ilusões.

Casualmente me derreto nas reticências, nos pontos continuativos, nos pontos parágrafos; estamos jogando, sem truque, e não me canso de dizer que são perfeitos.



Eles não são sérios eles só querem se diverti.


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